Porque o poder no Brasil é concentrado em poucas mãos, majoritariamente de homens brancos. As cotas são um instrumento concreto de democratização do poder e de reparação histórica, garantindo que os recursos públicos sejam decididos por aquelas que foram sistematicamente excluídas dos espaços de tomada de decisão e gestão pública.
Muda quem decide, como decide e para quem decide. A visibilidade da presença de mulheres – especialmente negras, indígenas, quilombolas, LBTI e com deficiência – qualifica a gestão pública, amplia a eficácia de políticas públicas e fortalece a democracia.
Não. As cotas reorganizam a ocupação de cargos já existentes. Não criam novas despesas, nem aumentam estruturas. O que muda é quem ocupa os espaços de poder.
Entre em contato com a Rede A Ponte. Disponibilizamos a minuta do projeto, materiais de apoio, argumentos técnicos e suporte político para a adaptação e o protocolo do PL no seu estado ou município no mês de Março.
A iniciativa articula organizações da sociedade civil, parlamentares, mandatos coletivos e redes de mulheres comprometidas com democracia, reparação e justiça social. A organização é em rede, com atuação territorial e coordenação política compartilhada. As organizações mobilizadoras são:

A Rede A Ponte fortalece a carreira de mulheres eleitas — especialmente negras, indígenas e LBTI. Oferecemos apoio técnico contínuo e personalizado para que vereadoras e deputadas estaduais atuem de forma assertiva no enfrentamento das desigualdades estruturais. Impulsionamos a formulação de políticas públicas baseadas em dados e conectadas aos saberes e às necessidades de cada território. Também incidimos politicamente para a construção de um sistema político comprometido com os direitos humanos e com a justiça socioambiental e climática.